O SALVADOR
Quanta ternura no olhar...
Havia paz no seu sermão,
Nunca aprendeu pra ensinar
Trouxe cura em sua mão.
Ensinou o homem a pescar
Em vez de guerra devoção,
Ele fez o cego enxergar...
Amou a todos, sem distinção.
Jesus nasceu para perdoar
E foi trocado por um ladrão,
Mas disse a todos, que vai voltar;
Para salvar toda nação...
Jesus menino de Nazareth
Filho de Deus, nosso irmão,
Filho de Maria, criado por José,
O rei dos reis é a salvação.
Por Antonio Hugo
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Aprimoramento Especial de Natal
Dia 13/12 tivemos aqui na Ala dos Ingleses a reunião de aprimoramento da Sociedade de Socorro. Tivemos uma mensagem deixada pela Lider de Aprimoramento, Irmã Iraci e a Irmã Maira nos ensinou a fazer bolachinhas de Natal.
Durante esta atividade tivemos a oportunidade de nos aproximar-mos umas das outras, de conversarmos e de apredermos também.
Segue abaixo algumas imagens.

Hisória dos Hinos - Que manha maravilhosa
Letra: Georgee Manwaring, 1854-1889
Música: Sylvanys Billings Ponds, 1792-1871
Adaptada por A. C. Smyth, 1840-1909
Referências: Joseph Smith 2:14-20,25
Tiago 1:5
Este hino faz um relato tão completo da primeira visão de Joseph Smith, que mesmo que alguém nunca tenha ouvido ou lido o relato, pode cantá-lo e conhecer os fatos mais essenciais.
É obvio que George Manwaring leu e ficou impressionado com o relato de Joseph Smith 2:14-17. O relato lindo e comovente de Joseph Smith sobre os eventos que culminaram com a Primeira Visão fornece os detalhes visuais que deram origem à letra do hino: “Foi na manhã de um lindo e claro dia, nos primeiros dias da primavera de mil oitocentos e vinte”.
J. Spencer Cornwall disse: “A impressão visual, contudo, aumentou o desejo de George Manwaring de escrever a letra, pois ele escreveu que foi imediatamente inspirado por um quadro intitulado “A Primeira Visão”, executado por um artista chamado C. C. Christensen”.
O título original do hino foi “A Primeira Oração do Profeta”, que identifica mais claramente o tema da letra, do que as palavras “Que manhã maravilhosa”.
Embora A. C. Smith tenha recebido o crédito pela música, escreveu a terceira e quarta linhas apenas. As duas primeiras foram escritas pelo compositor Sylvanus Billings Pond, cuja melodia foi incluída no hinário SUD de 1841.
Hstória dos Hinos - Sim eu te seguirei
Letra: Susan Evans McCloud, n.1945
Música: K. Newell Dayley, n.1939
Referências: João13: 34-35
I João 3:16-19; 4:21
“Sim, eu te seguirei”, é a oração de alguém que procura amar e imitar Jesus Cristo. Socorrer o irmão aflito, não entregar-se a julgamentos, cuidar do irmão que sofre... quando cantamos este hino, pedimos ao Senhor que nos abençoe com a oportunidade e a vontade de cumprir esses papéis que nos tornem semelhantes a Cristo.
Se, verdadeiramente amamos o Salvador, desejaremos ser como Ele é. Quais são as características do amor que ele mostrou-nos? Como podemos ser iguais ao Salvador? Este hino especifica algumas maneiras importantes: “Socorrer o irmão aflito”, resistindo a tentação de julgar apressadamente; mostrando um coração brando para com “o irmão que sofre”, e para com o “fraco e ferido”; e seguindo o exemplo do Salvador, “como tu amaste a mim”.
A autora deste hino, Susan Evans McCloud declarou que sentiu a necessidade de um hino que falasse de amor pelo semelhante e de compaixão, da necessidade de sermos iguais a Cristo quando tratamos nosso semelhante. Ela descreveu seus sentimentos ao compor este hino: “Tentei pensar naquelas ocasiões preciosas para mim, quando obtive o testemunho do sacrifício do Salvador por nós e do amor pessoal e individual de nosso Pai Celestial. Queria que o hino mostrasse ternura e ao mesmo tempo, convicção. Pensei em como me senti, quando minha irmã mais nova perdeu seu bebê de três meses de idade e quando ela me pediu que fosse com ela, no dia seguinte, comprar um vestidinho para o funeral. Senti naquele momento intensa necessidade de ternura em meu relacionamento com meu semelhante; ansiava por ternura em todas as pessoas que encontrava pelo caminho, desejando que de alguma forma, pudessem saber da dor que não demonstrávamos. Estes sentimentos tornaram-se o espírito do hino, correlacionando-se com as palavras: “Nos recônditos da alma, dores há que não se vêem” (verso 5).
História dos Hinos - Nossa humilde prece atende
Letra: Mabel Jones Gabbott, n. 1910
Música: Rowland H. Pritchard, 1811-1887
Referências: 2 Néfi 2:7
D&C 59:9
Este reverente hino enfatiza ambos as bênçãos e os deveres dos convênios do sacramento. Em forma de oração, o hino pede que o Senhor nos abençoe com sincera devoção e lembrança. É também um delicado lembrete que o Sacrifício do Salvador deveria encher-nos de tolerância e perdão com todos os seus filhos.
O texto foi escrito em 1846. Mabel Jones Gabbott observou: “Em 1840, estávamos morando em Salt Lake City, onde meu marido era bispo. Tínhamos 2 filhos pequenos. Como uma poeta, fui convidada para uma reunião nos Escritórios da Igreja. Lá, Alexander Schreiner, George D. Pyper, e outros, instruíram-nos a fazer um hino - comprimento da linha, sílabas, qualidade da melodia e tudo mais. Uma lista de temas sugeridos foi dado a nós. Escrevi alguns textos, incluindo ‘Nossa Humilde Prece Atende’.
A melodia é uma música perfeita, cheia de paz, que faz jus às palavras de Mabel. Esta melodia, tão bem conhecida aparece também no hinário protestante, com o título: Aleluia, Cantem a Jesus.
História dos Hinos - Mais perto quero estar
Letra: Sarah F. Adams, 1805-1848
Música: Lowell Mason, 1792-1872
Referência: D&C 88:63
Quase um terço da letra deste hino consiste na repetição de uma frase que afirma o anseio declarado no título do hino: “Mais perto quero estar, meu Deus de Ti”. Trata-se da emocionante expressão de um desejo de estar mais intimamente ligado ao Pai e suas hostes angélicas, tanto na vida quanto na morte.
Não é possível compreender totalmente este hino sem recordar a história do Sonho de Jacó, relatado em Gênesis 28:10-22. Jacó, durante uma viagem, adormeceu e colocou sua cabeça sobre algumas pedras, para descansar ao por-do-sol e sonhou com uma grande estrada cujo topo tocava nos céus, com anjos subindo e descendo por ela. No topo da escada, estava o Senhor Deus, que prometeu bênçãos a Jacó e sua família, assegurando-lhe: “porque te não deixarei” (vers. 15). Surpreso, Jacó acordou no dia seguinte e fez um altar com as pedras que usara como um travesseiro e jurou: “O Senhor será meu Deus” (vers. 21).
As figuras de linguagem que se relacionam especificamente a esta passagem do Velho Testamento encontram-se no verso dois: “andando triste aqui, na solidão, paz e descanso a mim, os teus braços dão” e comparam nossa necessidade e nossos anseios com os de Jacó, quando dormiu, em sua jornada. No vers. 17 de Gên., Jacó disse que aquele não era outro lugar, senão a casa de Deus (Betel); no verso 4 do hino, (Minhas aflições deixarei ali), refletem as ações de Jacó, quando tomou as pedras e construiu um altar ao Senhor, onde derramou suas ofertas; significam que consagraremos nossas vidas - e até mesmo os pesares - ao Senhor, como Jacó.
História dos Hinos - Grandioso és tu
Letra: Stuart K. Hine. M.1899
Trad. para o português de Nathanael Emmerick
Música: Melodia folclórica sueca, cerca de 1891; arranjo de Stuart K. Hine
Reeeferências: Salmos 8: 3-9; 9:1-2
Mosías 4: 5-13
O Pai nos fala através de suas criações - essa é a mensagem que inicia o hino. Porém, muito mais do que nas obras das mãos de Deus, a bondade do Pai se manifesta através de seu filho, o Salvador, e através de seu desejo de abençoar e recompensar aqueles que são fiéis. este hino segue os pensamentos de um cristão devoto, enquanto medita as palavras do hino.
Esse hino foi popularizado por Billy Graham, em suas viagens pela Inglaterra e Estados Unidos, na década de 50. E, 1974, por informação de pesquisas realizadas, havia-se tornado o hino mais popular dos Estados Unidos.
Em 1923, o Reverendo Stuart K. Hine e sua esposa, missionários ingleses, estavam pregando na Rússia, quando ouviram o hino pela primeira vez. Ficaram tão impressionados, que o hino não saía de suas mentes. Decidiram escrever uma versão em inglês, baseada, em parte, na letra em Russo e também no cenário magnífico que vislumbravam em suas viagens.
Foi assim que nasceram os três primeiros versos. O quarto só foi escrito após a Segunda Guerra Mundial. O Reverendo Hine declarou que parte da inspiração das palavras da quarta estrofe foi a pergunta que pairava constantemente nos lábios dos refugiados europeus que haviam procurado abrigo na Inglaterra: “Quando podemos voltar para casa?” A alegria do nosso lar celestial é o tema desta estrofe.
O Presidente Ezra Taft Benson solicitava freqüentemente que esse hino fosse cantado nas reuniões que ele presidia.
Hist'ria dos Hinos - Creio em Cristo
Letra: Bruce R. McConkie, 1915-1985
Música: John Longhurst, n. 1940
Referências: 2 Néfi 25:23, 26, 29
Mórmon 7: 5-7
Vindo diretamente do coração de um homem que dedicou sua vida a estudar sobre o Salvador e a servi-lo, a letra deste hino é verdadeiramente uma poderosa declaração da fé em Jesus Cristo, um testemunho definitivo de sua divindade e missão.
Os membros da Igreja ouviram pela primeira vez a letra deste hino quando o Élder Bruce R. McConkie, membro do Quorum dos Doze Apóstolos, citou-a como parte de seu discurso na Conferência Geral de abril de 1972. A viúva do Élder McConkie, Amélia, disse que seu marido “adorava expressar em poesia, seu amor pelas escrituras e pelo Salvador”. “Essas oito estrofes atraíram considerável atenção. Rhea B. Allen, um compositor SUD compôs uma melodia para ele e o hino foi cantado pelo Coro do Tabernáculo. Uma partitura simplificada foi criada por John Longhurst em 1985 e apresentada como hino na conferência geral de 1985, pelo Coro do Tabernáculo. John Longhurst escreveu: “Essa foi a última conferência do Élder McConkie - na qual ele prestou seu último testemunho de forma tal que, aqueles que o ouviram, nunca mais esquecerão”.
Na conferência, Élder McConkie prestou um testemunho poderoso e comovente de Jesus Cristo. “Testifico que Ele é o Filho de Deus vivo e foi crucificado pelos pecados do mundo. Ele é nosso Senhor, nosso Deus, nosso Rei. Isto sei por mim mesmo, independentemente de qualquer outra pessoa.
Sou uma de suas testemunhas e num dia que breve chegará, tocarei as marcas dos pregos em suas mãos e pés e molharei seus pés com minhas lágrimas.
Mas, nesse dia, não terei mais certeza do que tenho hoje, que Ele é o Filho do Deus Todo-Poderoso, que é nosso Salvador e Redentor e que a salvação veio por intermédio de seu sangue expiatório”.
As palavras deste hino são as palavras de um servo do Senhor que passou sua vida falando e escrevendo sobre o Salvador. A letra é um testemunho impressionante de Jesus Cristo. A dúvida e a infelicidade desaparecem à medida em que a fé em Jesus Cristo domina todo pensamento e sentimento.
A melodia do hino, tão resoluta quanto as palavras, enfatiza a natureza positiva e edificante das palavras. Quando John Longhurst estava trabalhando na música, seu primeiro impulso foi cortar o número de estrofes, de oito para quatro. Mas o Élder McConkie, cuja saúde no momento não permitiria extensiva revisão ou colaboração, preferiu que os oito versos fossem incluídos. A solução foi criar um hino com oito versos, ao invés de quatro; cada estrofe incluía, na verdade, duas estrofes do poema original. A primeira estrofe, musicalmente falando, é quase idêntica à segunda.
História dos Hinos - Mestre o mar se revolta
Letra: Mary Ann Baker, aprox. 1874
Música: H.R. Palmer, 1834-1907
Referências: Mateus 8:23-27
Marcos 4:36-41
Desde o começo dos cânticos cristãos, poetas têm sido levados ao dramático incidente no mar da Galiléia, quando Jesus repreendeu o vento, e disse ao mar: “Cala-te, aquieta-te”. (Mar 4:39)
As dúvidas e medo dos discípulos, o milagre dramático e imediato do Salvador e a resposta pasmada dos apóstolos, fazem desta breve história um item vivo e intrigante na lista dos milagres de Jesus.
Este hino, primeiramente publicado em 1874, coloca-nos em vários papéis ao canta-lo.
No 1º verso, nossas palavras são, de como um discípulo temeroso naquele barco no Mar da Galiléia; nosso pânico aumenta com a ameaça crescente da tempestade a nos “capotar” a qualquer momento. Na 2a estrofe, o medo e o desespero são grandes, mas estas são tempestades figurativas, “de ondas do mal que me encobrem...”. Na 3a estrofe, reconhecemos a paz que vem depois de Jesus acalmar a tempestade, se é a tempestade na Galiléia ou no interior do coração. O mesmo refrão segue cada estrofe, e aqui falamos palavras de fé na habilidade do Salvador de acalmar a tempestade. A frase e a mensagem central do hino, “Sossegai” é repetida várias vezes no refrão.
A autora, Mary Ann Baker, foi deixada em um orfanato, quando seus pais morreram de tuberculose. Ela, sua irmã e seu irmão viveram juntos em Chicago. Quando seu irmão foi atingido com a mesma doença que matou seus pais, as 2 irmãs juntaram o pouco dinheiro que tinham e o enviaram para a Flórida para recuperar-se. Mas dentro de poucas semanas, ele morreu, e as duas irmãs não tinha dinheiro suficiente para viajarem para a Flórida para o seu funeral, nem para trazer seu corpo de volta para Chicago.
Mary Ann escreveu: “Embora nós pranteamos não como aquelas sem esperança, e embora eu tivesse acreditado em Cristo desde a minha infância, e sempre tivesse o desejo de dar ao Mestre uma vida consagrada e obediente, eu tornei-me uma rebelde maldosa àquela providência divina. Eu disse em meu coração que deus não se importava comigo. Mas, a própria voz do Mestre acalmou a tempestade em meu coração insatisfeito, e trouxe a calma de uma fé mais profunda e de uma crença mais perfeita”
História dos Hinos - Bela Sião
Letra: George Gill, 1820-1880
Música: Joseph G. Fones, 1828-1906
Referências: Apocalipse 7:9-17; 21:2, 21-23
Na maioria dos hinos, a palavra Sião denota uma cidade terrestrial de habitantes corretos trabalhando juntos para aperfeiçoarem-se para a vinda do Senhor, assim como eles proclamam a palavra da verdade. Este hino descreve uma Sião diferente, uma cidade celestial com anjos vestidos de branco e canção celestial.
O autor destas palavras não era um SUD. J. Spencer Cornwall informou-nos: “Este hino familiar foi escrito por um inglês, George Gill, ... enquanto ele estava trabalhando como missionário na ilha de Mangaia, Ilhas . A visão de uma recompensa celestial era sem dúvida, um pensamento sustentado para George Gill, como ele encarou a dureza do trabalho missionário.
Joseph G. Fones, o compositor, era um SUD. A melodia pode ser contada com alguma informação dada por J. Spencer Cornwall:
“Elder Fones era um músico autodidata. Logo depois de sua conversão, ele organizou um coro em Barrow, em Furness, Inglaterra. Quando eles cantavam, eles atraíam grandes multidões.
Música: Joseph G. Fones, 1828-1906
Referências: Apocalipse 7:9-17; 21:2, 21-23
Na maioria dos hinos, a palavra Sião denota uma cidade terrestrial de habitantes corretos trabalhando juntos para aperfeiçoarem-se para a vinda do Senhor, assim como eles proclamam a palavra da verdade. Este hino descreve uma Sião diferente, uma cidade celestial com anjos vestidos de branco e canção celestial.
O autor destas palavras não era um SUD. J. Spencer Cornwall informou-nos: “Este hino familiar foi escrito por um inglês, George Gill, ... enquanto ele estava trabalhando como missionário na ilha de Mangaia, Ilhas . A visão de uma recompensa celestial era sem dúvida, um pensamento sustentado para George Gill, como ele encarou a dureza do trabalho missionário.
Joseph G. Fones, o compositor, era um SUD. A melodia pode ser contada com alguma informação dada por J. Spencer Cornwall:
“Elder Fones era um músico autodidata. Logo depois de sua conversão, ele organizou um coro em Barrow, em Furness, Inglaterra. Quando eles cantavam, eles atraíam grandes multidões.
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